Do zero aos três.

Não me apresento, não quero ser conhecido, coloco-me atrás de uma máscara polida, máscara essa frágil, que parte com demasiado facilitismo.

Estou pobre, na sociedade d’ hoje acredito que pensem em dinheiro no imediato e não podendo deixar excluído esse pensamento falo é de sentimentos. Acredito demasiado na força interior das pessoas, acredito ainda mais na minha e na minha capacidade de vencer por mais que os obstáculos sejam maiores do que eu.

Se deixei uma marca, talvez não, mas existiram muitos que deixaram uma marca em mim. “Tenho desgosto de ter um desgosto.”

Ao que acima começo a citar, aqui em baixo chamo de “luta inglória”. Aos demais que passem ao lado da questão sentimental pouco interesse terão as minhas palavras. Aos que se colocam num patamar sem pender para nenhum dos lados devem tentar unicamente perceber e não julgar, e aos restantes, bem esse grupo talvez minoritário, dentro da própria minoria que lê este amorfo conjunto de palavras, deve reconhecer algum valor ao que aqui deixo perpetuamente registado.

São dias agora que marcam mudanças que não têm de ser mudanças. Tratem-nas por adaptações se fizerem favor.

Quantos já passaram por isto e quantos mais irão passar. Quantos “elos” se quebram ou distendem por falta de força para os manter entrelaçados bem ao jeito fantasiado dos “Avatares”.

Que me corrijam se estiver errado, que me mandem para um sanatório se estiver maluco, mas que me dêem uma palavra de apreço se acharem o mesmo que eu. A linha da vida não é contínua? Então porque a tendem a quebrar? E porque fazem de tempos difíceis ainda mais complicados e austeros?

Parece que a fase que atravesso contagiou o país, ou se calhar é mais o contrário, a fase que o país atravessa é que me afundou a mim. E como já Fernando Pessoa o dizia, a respeito do seu estado psíquico, “Estou no fundo de um poço sem fundo” creio que também nós estamos não como ele, mas a caminhar para lá.

Falo agora na pele de estudante que termina o seu curso, e não emitindo juízos de valor sobre o mesmo, olho neste momento para o futuro e sendo obrigado a ver o futuro com um sorriso (forçado) deixo a questão: que futuro é possível neste país, nesta sociedade, neste mundo de rosas com nome de “Joanas” que não exija lutar, lutar e lutar por objectivos que nos parecem inatingíveis?

ATENÇÃO: Não é uma questão retórica, é uma questão para cada um reflectir da maneira que melhor entender.

Aos que terminam desejo força, desejo sucesso e desejo que façam de todos os momentos que viveram até hoje uma réplica fiel da felicidade que vos acompanhou. Aos que continuam desejo que mantenham viva a chama de um estudante apaixonado, por si, pela sua vida, pelos seus livros pela sua cidade e pelo seu AMOR. Aos que ainda nem começaram não digo nada, prefiro que sejam eles a descobrir o quanto de bom tem esta vida.

Que sejam grandes aqueles que conseguem ouvir a minha voz mesmo que eu não fale, mas que sejam especiais aqueles que conseguem sentir o meu coração mesmo que ele já não palpite.

Ao…

Bruno:  A minha vida nunca me deu um irmão de sangue, mas três anos deram-me um do coração.

Mickael: Ao teu piano dedico uma música: “INVEST em mim”.

Francisco: Da tua amizade nunca duvidei nem duvidarei, meu Xiko.

Eduardo: Dois anos e meio.

Franco: Inevitavelmente se eu estou bem tu estás, se eu to mal tu estás. Fuck.

Eurico: Atina se não tenho de continuar sem ti.

Luis: Amo-te ( no masculino).

Paulo: Casa-te que estou ansioso que vás primeiro que eu.

João Emanuel:  Odeio-te, quase que me fazias chorar por me falhares.

Rui: Obrigado desde o primeiro AOE até ao último.

Steven: Existiu um “van buuren” que quase me salvou a vida. Desculpa pelo carro.

Mana: “Não quero que o tempo apague o desconhecido que passou a amigo, que passou a mano… e que depois,

passou a algo que não tenho palavras para explicar!” O mesmo para ti.

Raquel: Foi perfeito, é perfeito e sempre será.

Marta Bezerra: A utopia ainda nos fez sonhar.

Batata: As lições na vida são para um dia recordar e não para fazer chorar.

Andreia:  Um feitio, um (des)feitio.

Aurora:  És sem dúvida uma Aurora.

Flávia: “Eu luto pelo que gosto, mesmo que aquilo por que lute não goste.”

Angêla: Guarda um lugar para mim.

Elodie: Obrigado pela aprendizagem.

Sandra: O pavão evoluiu.

Patuda: Obrigado pelo acolhimento do primeiro dia.

Nonokitas: Nunca arriscarei a fazer mal aos teus animais.

Rita: Ainda não esqueci d’ aquilo que me esqueci.

Batalha, Rosendo, Mendonça, Luís, Angêla: Que aos 50 anos tenhamos 50 patuscadas realizadas.

Duartezorro: Beer não é solução, antes fosse.

Petinga: A sucessão não é fácil, mas a confiança foi algo que sempre tive em ti.

Fonseca: A Real homenagem que ainda não fiz.

Bárbara: As costas largas deviam servir para mais do que praxe.

Madrinha Varela: Obrigado pelo valor e confiança que me deste.

Lisandra: A minha eterna Presi.

André: As mulheres não são todas iguais, um dia vais perceber isso.

Mariana: “Não te rias de mim Mariana”. Obrigado, Obrigado mesmo.

Magali: Obrigado.Quase que existiu um sapatinho para uma princesa.

Pirua: Já foram muitas velas, mas hoje resume-se a uma. A que inicia a “Tentação” que está no Youtube.

Nem os escribas conseguiam acabar os pergaminhos, se disso há certezas porque não estais também certos de que não há nada que acabe verdadeiramente.

Apaixonei-me.

Apaixonei-me.

Apaixonei-me.

(Nada foi apagado, está só pendente, mas tudo fará parte do teu livro.)

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